A AEAMG realizou, nesta quarta-feira, 2 de setembro, a live “Vamos falar sobre o Saúde CAIXA”. A transmissão teve como objetivo compartilhar informações atualizadas, esclarecer dúvidas e ampliar o diálogo com os associados sobre as negociações em andamento.
Participaram da mesa o presidente da AEAMG, Emerson Martins Garcia; o vice-presidente, Adivone Eustáquio de Avelar; e o diretor de Finanças, Euler de Almeida Araújo.
Durante o encontro, os dirigentes apresentaram um histórico do Saúde CAIXA, desde a criação do atual modelo de custeio, baseado na divisão de 70% das despesas para a CAIXA e 30% para os empregados, até as mudanças ocorridas nas últimas décadas.
Entre os fatores que contribuíram para o aumento das despesas do plano, foram citados o envelhecimento dos usuários, o aumento da longevidade, a incorporação de novas tecnologias e tratamentos, a inflação médica e a concentração de hospitais, clínicas e outros prestadores em grandes grupos.
CPC 33 e participação da CAIXA
Um dos temas abordados foi o CPC 33, norma que determina o reconhecimento contábil das obrigações relacionadas aos benefícios concedidos aos empregados após a aposentadoria.
Os dirigentes explicaram como essas obrigações afetam o resultado e a estrutura de capital da CAIXA e apresentou o contexto que levou à criação do limite de 6,5% das despesas com pessoal para a participação da empresa no custeio do Saúde CAIXA.
Segundo os dados apresentados na live, esse limite foi insuficiente para cobrir as despesas de 2025. A proposta em negociação prevê que a participação da CAIXA possa chegar a 8%.
Proposta em negociação
Os dirigentes também explicaram os principais pontos da proposta apresentada para o Saúde CAIXA, que ainda está em negociação.
Entre as mudanças discutidas estão:
- aumento da contribuição dos aposentados de 3,5% para 4,5% dos proventos;
- limite de até 9% da renda total para a mensalidade;
- reajuste das mensalidades dos dependentes;
- alteração dos tetos de coparticipação;
- contribuição organizada por faixas etárias;
- aumento do limite de participação da CAIXA de 6,5% para 8%.
Foi explicado que a quase totalidade dos aposentados já se encontra na última faixa etária definida pela ANS (59+). Desta forma, não existirá efeito futuro de onerar a mensalidade por questão de idade.
A transmissão teve caráter informativo. A AEAMG continuará acompanhando as negociações antes de apresentar seu posicionamento institucional sobre a proposta definitiva.
Representação dos aposentados
Outro ponto de destaque foi a necessidade de os aposentados terem representação própria nas discussões sobre o Saúde CAIXA.
Atualmente, os acordos coletivos são negociados pelas entidades sindicais que representam os empregados da ativa. A FENACEF e as associações atuam na articulação e na defesa dos interesses dos aposentados e pensionistas junto à CAIXA.
Os dirigentes da AEAMG defenderam a ampliação dessa participação, com espaço para que os aposentados tenham voz nas decisões que afetam diretamente sua assistência à saúde.
Perguntas dos associados
Ao longo da live, os dirigentes que participaram da transmissão responderam às perguntas enviadas pelo chat. Foram abordados assuntos como possíveis medidas judiciais, início dos novos descontos, cálculo da participação da CAIXA, controle das despesas e modelos de gestão adotados por outras empresas.
As perguntas que não foram respondidas durante a transmissão serão reunidas e esclarecidas posteriormente.
Assista à transmissão completa
O Saúde CAIXA é um assunto que exige informação, acompanhamento e participação. A live apresenta dados importantes para compreender a situação do plano, os possíveis impactos da proposta e os pontos que ainda permanecem em negociação.
Assista ao vídeo completo e acompanhe as explicações dos dirigentes da AEAMG.
Clique aqui para assistir à live “Vamos falar sobre o Saúde CAIXA”
Toque em “play” e assista à live, transmitida no nosso canal no YouTube
Perguntas e respostas sobre o Saúde CAIXA
Este conteúdo reúne as principais informações apresentadas durante a live “Vamos falar sobre o Saúde CAIXA”, promovida pela AEAMG em 3 de setembro de 2026.
As respostas sintetizam as explicações apresentadas durante a transmissão. Na data da live, as negociações ainda estavam em andamento. Por isso, as condições definitivas deverão ser confirmadas após a conclusão das negociações e a divulgação dos documentos oficiais.
Navegue pelas perguntas
As questões estão organizadas por grupos. Navegue pelos links:
Sobre o Saúde CAIXA
1. Por que a AEAMG realizou essa transmissão?
A live foi realizada para compartilhar informações atualizadas, esclarecer dúvidas e ampliar o conhecimento dos associados sobre a situação do Saúde CAIXA e as negociações em andamento.
Os dirigentes explicaram que buscou informações em fontes consideradas confiáveis para contribuir com um debate baseado em dados e ajudar cada associado a compreender melhor o assunto.
2. Por que o Saúde CAIXA é tão importante para os aposentados?
O Saúde CAIXA é o único vínculo direto mantido pelos aposentados com a CAIXA após o encerramento da relação de trabalho.
O plano também foi destacado como um patrimônio importante para empregados, aposentados, pensionistas e dependentes, principalmente pela abrangência dos atendimentos, pela rede credenciada e pelos benefícios oferecidos.
3. Como surgiu o atual modelo do Saúde CAIXA?
O atual modelo foi criado entre 2003 e 2004 para substituir o PAMS, sistema anterior de assistência à saúde.
Segundo a explicação apresentada, o PAMS havia se tornado financeiramente insustentável porque não possuía uma estrutura adequada de custeio para acompanhar o pagamento dos prestadores e o crescimento das despesas.
O Saúde CAIXA foi estruturado por meio de Acordo Coletivo de Trabalho, com a divisão das despesas entre a CAIXA e os empregados.
4. O que significa o modelo de custeio 70/30?
Nesse modelo, a CAIXA é responsável por 70% das despesas assistenciais e os participantes respondem pelos outros 30%.
Historicamente, os empregados contribuíam com 2% da remuneração por grupo familiar e pagavam coparticipação de 20% nos procedimentos utilizados, respeitado um teto anual.
5. As contribuições pagas ao longo dos anos formam uma reserva individual?
Não. Conforme explicado na live, as contribuições destinadas ao Saúde CAIXA não formam uma poupança ou reserva individual para cada participante.
Os recursos financiam a assistência prestada aos usuários do plano. O funcionamento foi comparado ao de um seguro: a contribuição garante o acesso à cobertura quando houver necessidade, mas não gera um saldo individual acumulado.
6. Por que as despesas do plano aumentaram?
A mesa apresentou diversos fatores que contribuíram para o crescimento das despesas:
- envelhecimento dos usuários;
- aumento da longevidade;
- incorporação de novas tecnologias, exames e tratamentos;
- crescimento dos preços de medicamentos e materiais médicos;
- inflação médica;
- concentração de hospitais, clínicas e prestadores em grandes grupos;
- aumento do poder de negociação dos prestadores de serviços de saúde.
Também foi explicado que procedimentos atuais podem oferecer maior precisão, segurança e conforto, mas geralmente possuem custos superiores aos dos tratamentos disponíveis no passado.
7. O modelo de custeio precisa permanecer sempre igual?
Segundo a análise apresentada na transmissão, o Saúde CAIXA está vinculado ao Acordo Coletivo de Trabalho, que define as condições de funcionamento e custeio do plano em cada período.
A continuidade da assistência não significa, necessariamente, a manutenção permanente da mesma forma de contribuição. As condições podem ser revistas por meio das negociações coletivas.
CPC 33 e limite de participação da CAIXA
8. O que é o CPC 33?
O CPC 33 (R1) é um pronunciamento contábil relacionado ao reconhecimento das obrigações decorrentes dos benefícios oferecidos aos empregados após a aposentadoria.
Foi explicado que a CAIXA deve reconhecer contabilmente, no presente, a projeção das despesas futuras relacionadas à manutenção desses benefícios.
9. Como é calculado o provisionamento relacionado ao Saúde CAIXA?
O cálculo considera fatores como:
- quantidade e idade dos participantes;
- expectativa de vida;
- projeção das despesas assistenciais;
- inflação médica;
- taxas de juros;
- custos estimados para os anos seguintes.
Esses dados são utilizados para calcular o valor presente das obrigações futuras relacionadas ao plano.
10. Como esse provisionamento afeta a CAIXA?
De acordo com a explicação apresentada, o provisionamento é registrado como uma obrigação no balanço da CAIXA e afeta diretamente seu resultado contábil, o lucro e a estrutura de capital.
Durante a live, foram citados provisionamentos de R$ 13,5 bilhões em 2016 e de aproximadamente R$ 12 bilhões em 2025.
11. Por que foi estabelecido o limite de 6,5%?
O limite foi criado para definir até quanto a CAIXA poderia comprometer das despesas com pessoal para o custeio do Saúde CAIXA.
Durante a transmissão, foi explicado que existia um limite máximo de referência de 8% para as empresas estatais. A CAIXA adotou o percentual de 6,5%.
A existência desse limite permitiu estabelecer uma referência para o cálculo das obrigações futuras e reduziu a projeção de um compromisso financeiro sem valor máximo definido.
12. O limite de 6,5% foi suficiente em 2025?
Segundo os números apresentados na live, não.
Foi informado que os 6,5% representaram aproximadamente R$ 2,09 bilhões em 2025. Mesmo assim, houve necessidade de um aporte adicional de R$ 539 milhões por parte da CAIXA para ajudar a cobrir as despesas do plano.
13. O limite de participação da CAIXA pode ser retirado?
Na avaliação apresentada pela mesa, algum tipo de limite precisa existir para que seja possível calcular e reconhecer contabilmente as obrigações futuras.
Também foi explicado que o limitador pode ser retirado do Estatuto da CAIXA ou ter seu percentual alterado. Isso é diferente de eliminar completamente qualquer limite financeiro.
14. Qual é a base de cálculo dos limites de 6,5% e 8%?
A base corresponde às despesas com pessoal, considerando as despesas com verbas salariais dos empregados da ativa e os proventos dos aposentados pagos pela FUNCEF. O valor recebido de pensão pago pelo INSS é base de cálculo para contribuição do aposentado, mas não entra na base de cálculo para definição do limite atual de 6,5%.
Proposta em negociação
15. Quais mudanças foram apresentadas para o Saúde CAIXA?
Entre os pontos apresentados durante a live estão:
- aumento da contribuição dos aposentados de 3,5% para 4,5% dos proventos;
- cobrança organizada por faixas etárias;
- reajuste das mensalidades fixas dos dependentes;
- alteração dos tetos de coparticipação;
- limite de até 9% da renda total para a mensalidade;
- aumento do limite de participação da CAIXA de 6,5% para 8%.
16. Essa proposta já foi aprovada?
Não. Na data da transmissão, as negociações ainda estavam em andamento.
A proposta precisava passar pelas instâncias responsáveis e pelas assembleias das entidades que participam da negociação coletiva. Também foi informado que havia outros pontos em discussão que ainda não poderiam ser divulgados.
17. Como a cobrança por faixa etária afeta os aposentados?
Foi explicado que as faixas etárias seguem intervalos estabelecidos pelas regras da Agência Nacional de Saúde Suplementar.
Como grande parte dos aposentados já está na última faixa, a adoção desse critério, considerada isoladamente, não mudaria a faixa de contribuição desses participantes.
18. Como funcionaria o limite de 9% da renda?
O limite de 9% funcionaria como uma trava para a mensalidade total do aposentado.
Na simulação apresentada durante a live, um aposentado com renda mensal de R$ 10 mil teria a mensalidade limitada a R$ 900, mesmo que a soma de sua contribuição com a mensalidade de um dependente ultrapassasse esse valor.
19. Quando começariam os novos descontos?
Foi informado que havia previsão de início em setembro. Entretanto, como as negociações ainda não haviam sido concluídas, a data e as condições poderiam sofrer alterações.
20. A CAIXA assumiu o compromisso de aumentar sua participação para 8%?
Segundo o que foi informado durante a live, a CAIXA assumiu, no processo de negociação, o compromisso de elevar seu limite de participação de 6,5% para 8%.
A formalização dessa mudança ainda dependia da conclusão das negociações.
21. Todo o crescimento das despesas ficará sob a responsabilidade dos participantes?
A mesa explicou que a CAIXA continua responsável por sua participação até o limite estabelecido e participará usando outras fontes de recursos. O problema ocorre quando as despesas do plano crescem acima das receitas obtidas com as contribuições dos participantes e com o limite destinado pela CAIXA.
Por isso, foram discutidos o aumento das contribuições, a elevação do limite da CAIXA e outras medidas para controlar as despesas e melhorar a gestão do plano.
22. O reajuste proposto foi considerado elevado?
Durante a transmissão, foi reconhecido que o aumento possui impacto sobre os aposentados.
Também foi feita uma comparação com 2021, quando a contribuição passou de 2% para 3,5%. A mesa ressaltou que a avaliação do reajuste atual deve considerar a situação financeira do plano, o déficit existente e as negociações ainda em andamento.
Posicionamento e representação dos aposentados
23. Qual é o posicionamento da AEAMG sobre a proposta?
Na data da live, a AEAMG ainda não havia apresentado um posicionamento institucional definitivo.
O presidente Emerson Martins Garcia informou que sua avaliação favorável à proposta era pessoal. A posição da entidade, naquele momento, era oferecer informações aos associados e aguardar o andamento das negociações para uma manifestação formal.
24. Qual é o papel da FENACEF nas negociações?
A FENACEF atua na articulação dos interesses dos aposentados e pensionistas junto à CAIXA.
Como federação das associações de aposentados e pensionistas, sua função é reunir as demandas das entidades filiadas, buscar diálogo e defender os interesses desse público.
25. Por que as entidades sindicais assinam o Acordo Coletivo?
O Acordo Coletivo de Trabalho é firmado pelas entidades que representam os empregados que mantêm vínculo de trabalho com a CAIXA.
Como os aposentados não possuem mais esse vínculo, as entidades sindicais representam formalmente os empregados da ativa nas negociações.
26. Os aposentados possuem representação direta nas decisões?
A participação dos aposentados ainda é considerada limitada.
Durante a live, foi defendida a necessidade de representação própria nas mesas de negociação e nos grupos de trabalho que tratam do Saúde CAIXA.
Também foi esclarecido que a presença de uma pessoa aposentada em um grupo de trabalho não significa, necessariamente, que ela tenha sido indicada para representar formalmente os aposentados.
27. O Saúde CAIXA deve continuar vinculado ao Acordo Coletivo?
O plano foi criado e é mantido por meio do Acordo Coletivo de Trabalho.
Durante a transmissão, foi apresentada a avaliação pessoal de que, caso as condições dos aposentados continuem sendo definidas pelo acordo, esse público precisa ter representação direta nas discussões que afetam suas contribuições e seus direitos.
28. A AEAMG pode entrar com uma ação judicial contra o reajuste?
Foi explicado que sempre existe a possibilidade de buscar uma solução judicial. Entretanto, uma ação precisa ter fundamentação jurídica, contábil e atuarial consistente.
A CAIXA também apresentaria seus documentos, balanços e justificativas. Caberia à Justiça analisar os argumentos das partes e, se necessário, solicitar avaliação pericial.
Nenhuma decisão da AEAMG de ingressar com uma ação relacionada ao reajuste foi anunciada durante a live.
Gestão e futuro do plano
29. Que medidas podem ajudar a controlar as despesas?
Entre as possibilidades citadas estão:
- melhoria dos processos de gestão;
- novos acordos com prestadores;
- ampliação de parcerias com outras entidades de assistência à saúde;
- substituição de contratos regionais que se tornaram muito caros;
- fortalecimento das auditorias médicas;
- revisão da coparticipação conforme o tipo de procedimento;
- controle dos custos de órteses, próteses e materiais especiais;
- estudos para novos modelos de gestão;
- análise de processos de verticalização no longo prazo.
30. Foram discutidos outros modelos de assistência à saúde?
Sim. Durante a live, foram apresentados como possibilidades teóricas o reembolso para contratação individual de planos e a contratação de uma operadora para atender os usuários em todo o país.
Esses modelos não foram anunciados como propostas aprovadas. Eles foram utilizados para explicar as diferenças entre o sistema de autogestão e outras formas de assistência.
31. Como funciona o modelo adotado pela Petrobras?
Foi explicado que o plano da Petrobras possui uma estrutura de gestão separada, com administração e contabilidade próprias.
Segundo a análise apresentada, esse formato amplia as possibilidades de governança, planejamento, transferência de recursos, auditoria e negociação com os prestadores.
32. O modelo da Vale também foi analisado?
Não houve uma resposta conclusiva sobre o modelo da Vale.
Durante a transmissão, foi dito que sua estrutura é diferente da adotada pela Petrobras e possui características mais próximas de um modelo privado.
33. A CAIXA estuda criar uma estrutura separada para o Saúde CAIXA?
Durante a live, foi informado que a CAIXA estuda a possibilidade de uma estrutura própria para a gestão do plano, com administração e contabilidade separadas.
Não foram apresentados um formato definitivo, uma data de implantação ou outros detalhes sobre esse estudo.
34. Por que as despesas do Saúde CAIXA fazem parte do balanço da CAIXA?
Foi explicado que o Saúde CAIXA não possui personalidade jurídica ou CNPJ próprios. O plano está inserido na estrutura administrativa e contábil da CAIXA.
Por isso, suas receitas, despesas e obrigações fazem parte do balanço da instituição.
35. Por que essas despesas não podem ser retiradas dos cálculos relacionados a Basileia?
Como o Saúde CAIXA integra o balanço da CAIXA, suas obrigações também influenciam os indicadores utilizados para avaliar a situação financeira da instituição.
A mesa ressaltou que Basileia reúne diferentes regras e indicadores internacionais. Portanto, não existe apenas um único “índice de Basileia”.
36. O compartilhamento da rede do Saúde CAIXA com a Câmara e o Senado é remunerado?
Segundo a explicação apresentada, sim.
Foi informado que o compartilhamento da rede não é gratuito. Além do pagamento dos atendimentos conforme a tabela utilizada, existe remuneração relacionada ao uso dessa estrutura.
Próximos passos
37. O que acontecerá com as perguntas que não foram respondidas durante a live?
Os dirigentes assumiram o compromisso de analisar e responder por escrito às perguntas que não puderam ser esclarecidas durante a transmissão.
Também foi mencionada a possibilidade de reunir essas respostas em um espaço de perguntas frequentes, permitindo que todos os associados tenham acesso às informações.
38. Onde encontrar informações confiáveis sobre o Saúde CAIXA?
Durante a live, os associados foram orientados a consultar as informações e os relatórios oficiais do Saúde CAIXA, especialmente os relatórios de 2024 e 2025.
A AEAMG também informou que poderia encaminhar o relatório aos associados que tivessem dificuldade para localizá-lo.
39. A AEAMG continuará acompanhando o assunto?
Sim. Os dirigentes reafirmaram que continuará acompanhando as negociações, buscando informações em fontes confiáveis e defendendo os interesses dos aposentados e pensionistas.
As atualizações serão compartilhadas com os associados pelos canais de comunicação da entidade.
Ainda ficou com alguma dúvida?
Os associados podem encaminhar novas perguntas à AEAMG. As dúvidas ajudarão a ampliar este conteúdo e a identificar os assuntos que ainda precisam de esclarecimento.
Para conhecer o contexto completo das explicações, assista à live “Vamos falar sobre o Saúde CAIXA”.
Clique aqui para assistir à transmissão completa
